ESPOSENDENSES - NA RIBEIRA OU NO MUNDO

O encontro de todos os filhos ou rendidos ao Privilégio da Natureza

A CRISE!... Cada um vê-a com os seus olhos! Quem terá razão?

Eu vejo-a assim: Esta é uma crise provocada pela fartura! Os desfalques em bancos foram só o pretexto para esta deflagrar! Os países ocidentais foram, até há algum tempo, os principais  productores em larga escala de bens de consumo! O Japão, em certa medida, fez a diferênça no aumento da productividade, o que levou a que o nível de vida aumentasse substâncialmente nos países em desenvolvimento. O colapso aparece agora com os altos índices de productividade de países imergentes como a China e outros, a provocar o desiquilibrio de toda a estrutura comercial  dos países ocidentais. Aquilo que precisamos de vender por 10 para podermos ser viáveis, os chineses podem vender por 3, dadas as Leis de Trabalho e os salários vigentes nesses países! Resultado: é uma pressão tão forte que as empresas mais afectadas por essa concorrência não têm qualquer hipótese de subsistir, e este é o resultado. Mesmo assim, penso que quem mais paga esta situação são os pequenos industriais dos ramos mais afectados pela concorrência. Há sempre alguém que aponta a crise como a responsável por todos os males! Se virmos, quando vamos comprar um televisor, um computador, uma mobília, um fato ou uma viagem de avião, não dizemos nada quando vemos que todos estes bens estão substâncialmente mais baratos.

Muito mais haverá a dizer sobre isto, e para isso convido os meus amigos a manifestarem as suas opiniões. Zé Reis

 

 

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Respostas a este tópico

Caro José Reis,

creio que a crise tem como sua fundamental fonte de nutrição a ambição desmesurada de um grupo de pessoas que decidiram que o lucro era a sua fonte de juventude.

Enquanto existiram dois grandes blocos - capitalismo a ocidente e comunismo a oriente - foi possível, do lado de cá, criar-se uma espécie de paraíso onde só alguns tinham permissão de entrar.

Portas diferentes eram abertas à medida das conveniências. Foi o caso da Comunidade Europeia nos anos 50, para os mais ricos, e a EFTA para os que não conseguiam chegar à primeira divisão. Os todo poderosos EUA, que por seu lado instrumentalizaram durante anos as economias do Japão e da Coreia do Sul, utilizando a sua mão-de-obra barata e intensiva, e que juntamente com o Canadá através da FTA (mais tarde NAFTA, com a inclusão do México), fizeram um mercado único para a América do Norte; os restantes ou tinham petróleo, caso dos estados árabes (OAPEC) e de mais alguns países como a Venezuela, Indonésia e a Líbia entre outros, ou tinham recursos importantes, não os tendo, destinavam-se a ser fornecedores de mão-de-obra barata ou a estagnarem.

Com o desaparecimento do Muro de Berlim, e os movimentos sociais a leste a reclamarem melhores meios de vida mais liberdade, abre-se a porta para a exploração de mão-de-obra qualificada e barata, que os especuladores dos mercados logo aproveitaram, dando origem à deslocalização de fábricas e adquirindo as decrépitas estruturas existentes, substituindo-as por modernos e eficientes centros de produção em massa.

Tudo isto foi gerado apenas pela tentativa de aproveitamento do lucro fácil, deixando-se os políticos embalar nas canções e promessas que lhes chegavam aos ouvidos (e por muitas vezes aos bolsos), sem se aperceberem que não estavam nem em terra de cegos, nem que o seu olho via melhor que os biliões de olhos onde se instalavam.

Daí ao caos, foi apenas um pequeno passo. A China resolveu modernizar-se, tendo como combustível primeiro a sua enorme capacidade de produção com mão-de-obra barata e a sua ausência de consciência ecológica, A India começou a colher os frutos de um forte investimento na educação nos anos setenta, tornando-se um gigante na produção de componentes electrónicos, sendo um dos grandes produtores de serviços e estando agora a avançar para outras áreas de complexidade crescente. O Brasil aparece também à cabeça da América do Sul, graças ao petróleo, mas também a indústrias de elevada tecnologia - caso da Embraer - e quer ser também uma das vozes a ditar leis, a Polónia começa a consolidar-se como um rival de muitos países da antiga Europa aquém-muro.

Se, em vez de pensarem apenas na maximização dos lucros que iriam ser distribuídos por uma diminuta franja da população, se tivessem preocupado em maximizar o ensino, as condições de vida, o planeamento familiar, a controlada exploração de recursos, o desenvolvimento de meios de transporte não-poluentes, talvez o mundo estivesse mais equilibrado, existiriam poucas famílias ligeiramente menos ricas, mas muitas outras teriam decuplicado a sua magra ração diária, e a crise nunca teria surgido do Oriente.

Mas, como na generalidade o poder tem estado na mão de gente de vistas curtas - cá por casa o último de visão larga foi o Fontes Pereira de Melo - creio que após se ter pensado que esta crise foi passada, é só esperar e ver a que virá vinda do Sul.
Caro Teófilo. O meu amigo pega neste problema de uma forma que eu compreendo, mas prefiro pegar-lhe de outra maneira: Eu penso que se não fosse esse repulsivo instinto de ganância, comum a uma tão grande parte da humanidade, viveríamos ainda hoje na idade da pedra! Não penso mal do homem ambicioso... penso mal do homem que faz tábua raza de tudo, para satisfazer essa cobiça. Eu não vou na ideia de que a moral deveria ser cada um a impô-la... vemos que não resulta! Os que cumprem ficam a perder em relação aos que não cumprem. Penso que a moral deveria nascer na Assembleia da República. Era aí que deveriam ser criados os mecanismos de control da moral, que seriam impostos sem parcialidade e iguais para toda a sociedade. No reverso desta atitude está o facto de que também existe o lado positivo! A tal ganância que leva o ganancioso a invistir, no fundo, faz com que ele, no seu pedestal, não passe de um pobre diabo que carrega o peso e a responsabilidade de fazer com que a sociedade avance para um mundo de mais facilidades, onde todos saímos a ganhar. Quando entro num Hipermercado e comparo o mundo de hoje com o mundo que conheci em criança... não deixo de tirar o chapéu a quem procede para que isto seja possível! Quem assim procede, fá-lo com a ideia no lucro, mas no fundo, somos todos nós quem tiramos partido disso! Por isto, tenho respeito por quem é ambicioso, o meu desrespeito vai para quem cria as regras que não têm preocupação para com aqueles que, afinal, são as peças do motor que cria toda a riqueza. Um trabalhador que não ganha, não consome, e se não há consumo não há desenvolvimento. Naturalmente que um tema destes tem muito por onde se lhe pegue! Mas é minha convicção de que o mercado está saturado de bens que não obtêm resposta no poder de compra. Alguma coisa terá que ser feita no sentido de nivelar mais esta situação.
O que é a crise mudial e como afetará sua vida
Todos os grandes especialistas em economia são unânimes em afirmar que as crises geram as melhores oportunidades, basta ter olhos para ver. "Enquanto suspiramos por uma vida sem dificuldades, devemos nos lembrar que o carvalho cresce forte através de ventos contrários e que os diamantes são formados sob pressão." (Peter Marshall). Crise ou oportunidade? Só depende de você em decidir qual das duas fará parte de sua vida daqui para frente.
Anexos
QUANDO O VENTO DA MUDANÇA SOPRA FORTE UNS CONSTROEM PAREDES, OUTROS CONSTROEM MOINHOS DE VENTO.

Provérbio Chinês
Caro José Reis,

longe de mim estar contra a ambição, a vontade de ter mais, de evoluir. O que eu critico são os sugadores, aqueles que sem nada produzirem vivem da especulação pura e dura sem olhar a prejuízos de terceiros.

Tive na vida dois excelentes patrões que eram ambiciosos, mas que reconheciam que sem os seus colaboradores não poderiam ter chegado onde pretenderam chegar e faziam-no saber, quer por palavras, quer por atitudes.

A ganância pura e dura, que não se importa de passar por cima de tudo e de todos e só olha para o seu proveito é que me incomoda, a outra, a saudável, que não se esquece que não basta ter fogo, frigideira e gordura para fazer uma omolete e que se preocupa com a qualidade dos ovos é a que eu gosto.

A Dra. Margarida, deu um exemplo excepcional! Não é cortando na qualidade, na publicidade ou no equipamento que as coisas andam para a frente.

Hoje, em grande parte das empresas, quando há problemas despedem-se os funcionários em vez de se procurarem novos mercados e diversificar a produção.

Ora, despedindo empregados, diminui-se a procura, pois desempregado consome menos, mas como o estado passa a ter de os subsidiar, tem de ir a quem trabalha e às empresas buscar o dinheiro, pois este ainda não nasce nas árvores, muito embora haja quem ainda acredite na árvore das patacas.

Para mim a economia é como a astrologia, não passa de uma dúzia de espertalhões a tentar adivinhar o que ainda não aconteceu, o mal é que há muita gente a acreditar nela.

Já Galbraith, reputado economista, nos diz que esta '...é extremamente útil como forma de emprego para economistas.'

Por isso, a crise, acontecerá enquanto não nos convencermos de que, nunca poderemos gastar acima das nossas necessidades, não devemos desperdiçar esforços para adquirir o que não nos faz falta, ou que por muito jeito que o dinheiro possa fazer não é com ele que adquirimos a alegria de viver, pois existirão sempre ricos infelizes que invejarão a felicidade que alguns pobres parece terem encontrado.

Um abraço
Qualquer que seja a crise da sua vida nunca destruas as flores da esperança
para que possas colher os frutos da fé.( Lorenz)
Olá Engenheiro. Agrada-me esta máxima! Ela encerra a solução. Pôr os moinhos a funcionar é a solução.

Luis Lamela e Lili Lamela disse:
QUANDO O VENTO DA MUDANÇA SOPRA FORTE UNS CONSTROEM PAREDES, OUTROS CONSTROEM MOINHOS DE VENTO.

Provérbio Chinês
Olá Doutora. Não há dúvida de que a necessidade aguça o engenho. A nossa crise aparece, fruto de factores diversos: logo à partida, os milhões que a comunidade europeia facultaou para o nosso desenvolvimento. A partir daí, dadas as facilidades, nós passamos a viver acima das nossas possibilidades. Somos um país que nunca foi confrontado com uma situação crítica. Tivemos uma guerra, mas as comunidades intervenientes acabavam, elas próprias, por pagar-nos o nosso esforço de guerra! Conheço a história da última grande guerra, e conheço o esforço desenvolvido por cada nação interveniente! Era impressionante o rítmo a que se fabricavam aviões, submarinos, navios de guerra, tanques, monições; era diabólica a dinámica imprimida no sector da productividade! Aqueles não envolvidos directamente na guerra, como mulheres, e homens cuja idade já não lhes permitia a partida para os campos de batalha, trabalhavam noite e dia, debaixo de uma pressão constante, para dar satisfação às necessidades impostas pela guerra. Entretanto a guerra acabou e essa pressão, essa dinámica, essa maneira de trabalhar continuou, acabando por fazer dessas nações aquilo que hoje são! Connosco nada disso se passou e, por isso, a nossa productividade é bem conhecida! Nós portugueses, só somos produtivos quando no estrangeiro e mandados por eles. Nós temos que apanhar para aprendermos.

MARGARIDA REIS disse:
O que é a crise mudial e como afetará sua vida
Todos os grandes especialistas em economia são unânimes em afirmar que as crises geram as melhores oportunidades, basta ter olhos para ver. "Enquanto suspiramos por uma vida sem dificuldades, devemos nos lembrar que o carvalho cresce forte através de ventos contrários e que os diamantes são formados sob pressão." (Peter Marshall). Crise ou oportunidade? Só depende de você em decidir qual das duas fará parte de sua vida daqui para frente.
Olá Augustinha. Eu penso que o melhor remédio para a esperança é arregaçarmos as mangas, e depois, administrarmos correctamente aquilo que ganhámos. Se assim fizermos, a esperança volta de novo.

Augusta Eugenia da Cunha Eiras disse:
Qualquer que seja a crise da sua vida nunca destruas as flores da esperança
para que possas colher os frutos da fé.( Lorenz)
Parece que ambos fugimos um pouco ao tema explorando aspectos colaterais, mas faz sentido analizá-los, pois aqui se encontram algumas respostas para os problemas de productividade, que no fundo têem muito a ver com o tema.

Naturalmente meu amigo, todos nós pugnamos pelo bem estar, pela justiça, pela igualdade entre todas as pessoas! O problema é que quando falamos de igualdade, temos a tendência de a associarmos a direitos, e quase nunca a deveres! Aí é que reside uma boa parte do problema! O conceito sobre a relação entre os direitos e deveres de cada indivíduo, varia muito de pessoa para pessoa! A verdade é que nós assistimos a que, muitas vezes, as pessoas que menos cumprem são aquelas que mais direitos reclamam! Essa é que é a maior injustiça! A mim nada me custa, ver sem direitos as pessoas que não contribuem com os seus deveres. Infelizmente, na nossa sociedade, essas pessoas parece serem as mais protegidas! O ideal seria que todos cumprissem os seus deveres: os patrões para com os empregados; os empregados para com os patrões. Na verdade, aquilo a que normalmente se assiste, é que ambos reagem negativamente ao incomprimento do outro! Quando um funcionário não cumpre com aquilo que é sua obrigação, o patrão reage negativamente. Pondo o problema ao contrário, e sendo o patrão a não cumprir, o funcionário faz precisamente o mesmo. Mas uma coisa é certa: para a justiça, para o governo, para a comunicação social, ou para a sociedade civil, à partida, o patrão é que é sempre o bandido! Este tipo de conportamento, aliás compreênsivel, por parte de entidades que, por não habilitadas a fazer juizos de valôr, pois não assistem ao desenrolar dos acontecimentos, mas só baseados no facto do trabalhador parecer a parte mais fraca, leva a que estes se tornem intocáveis dentro das empresas. Tal facto, quando o prevericador tem poder de persuasão, leva a que outros sejam convertidos também em agentes de desestabilização, chegando a criar o caus na productividade sem que haja qualquer mecanismo legal que contrarie esta situação. Sempre que isto acontece todo o mundo, sem olhar a razões, condena imediatamente o patrão.
Isto chega ao absurdo de que , quando se observa uma falência, todos os funcionários têm direito a três anos de fundo de desemprego e aos seus créditos emergêntes. Contudo, o patrão é o único que não tem direito a nada! Terá que ir roubar se não conseguir emprego. Esta Lei diz tudo!
Eu não quero com isto dizer, que os patrões são uns santinhos e os trabalhadores uns diabos. Há bons e maus em ambas as partes! Por isso não deveria haver descriminação para ninguém.
Estas coisas, meus amigos, dariam pano para mangas se, discutidas com elevação e vontade de analisar, sem paixões, todos os aspectos relacionados com este problema. É que aqui se encerram muitas das respostas para CRISE.

Teofilo E Costa Moreira + Ló disse:
Caro José Reis,

longe de mim estar contra a ambição, a vontade de ter mais, de evoluir. O que eu critico são os sugadores, aqueles que sem nada produzirem vivem da especulação pura e dura sem olhar a prejuízos de terceiros.

Tive na vida dois excelentes patrões que eram ambiciosos, mas que reconheciam que sem os seus colaboradores não poderiam ter chegado onde pretenderam chegar e faziam-no saber, quer por palavras, quer por atitudes.

A ganância pura e dura, que não se importa de passar por cima de tudo e de todos e só olha para o seu proveito é que me incomoda, a outra, a saudável, que não se esquece que não basta ter fogo, frigideira e gordura para fazer uma omolete e que se preocupa com a qualidade dos ovos é a que eu gosto.

A Dra. Margarida, deu um exemplo excepcional! Não é cortando na qualidade, na publicidade ou no equipamento que as coisas andam para a frente.

Hoje, em grande parte das empresas, quando há problemas despedem-se os funcionários em vez de se procurarem novos mercados e diversificar a produção.

Ora, despedindo empregados, diminui-se a procura, pois desempregado consome menos, mas como o estado passa a ter de os subsidiar, tem de ir a quem trabalha e às empresas buscar o dinheiro, pois este ainda não nasce nas árvores, muito embora haja quem ainda acredite na árvore das patacas.

Para mim a economia é como a astrologia, não passa de uma dúzia de espertalhões a tentar adivinhar o que ainda não aconteceu, o mal é que há muita gente a acreditar nela.

Já Galbraith, reputado economista, nos diz que esta '...é extremamente útil como forma de emprego para economistas.'

Por isso, a crise, acontecerá enquanto não nos convencermos de que, nunca poderemos gastar acima das nossas necessidades, não devemos desperdiçar esforços para adquirir o que não nos faz falta, ou que por muito jeito que o dinheiro possa fazer não é com ele que adquirimos a alegria de viver, pois existirão sempre ricos infelizes que invejarão a felicidade que alguns pobres parece terem encontrado.

Um abraço
Esta discussão está muito interessante e para colocar mais lenha nessa fogueira aqui vai uma fábula que tem muito a ver com esta conversa.
Anexos
Caro José Reis,

pois o problema é exactamente esse, a dificuldade de associarmos equitativamente os direitos aos deveres, e quando falo em associarmos, não falo de nós os dois, mas da generalidade da população.

O exemplo mais flagrante é o de que, quando somos peões, refilamos com os automobilistas por não respeitarem as passadeiras ou os semáforos, mas quando chegamos à carripana deixamos o fato do peão e lá se vai a prioridade dos ditos, e às vezes o amarelo já tinha passado a vermelho, mas... íamos com tanta pressa...

Eu, que tantas vezes estive sentado em Tribunais de Trabalho, concordo plenamente consigo quando diz que os aplicadores da Lei nessas instâncias, tendem a favorecer os empregados - não lhes chamo trabalhadores, pois alguns não merecem tal tratamento - mas ainda assisti a honrosas excepções, e, como já me afastei há algum tempo dessa área, imagino que não tenha melhorado, pois a crise da Justiça é uma das mais violentas que encontramos desde que me lembro, e tem sido um bom ajudante no agudizar da crise.

O patrão nem sempre é o mau da fita, mas do mesmo modo que nem todos somos bandidos, é a estes que a comunicação social dá mais relevo, pois são os que fazem notícia.

Concordo consigo que deveria haver mais juízo, quer por parte das associações patronais, quer da parte das associações sindicais, devendo estas assumirem-se mais como árbitros do que como claques organizadas.

Se as associações patronais punissem os maus associados por más práticas, e se as sindicais fizessem o mesmo a quem prevarica, talvez se harmonizassem um pouco as coisas, mas isso requer educação, respeito pelo próximo e civismo, coisas que a nossa sociedade, infelizmente, tem valorizado pouco nestes últimos anos, excepto nos discursos oficiais.

O nosso amigo António Jorge com a sua modernizada fábula pôs o dedo na ferida, queira a sociedade sará-la que os meios estão ao alcance e nem é preciso gastar muito dinheiro, basta boa-vontade.

Um abraço

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