ESPOSENDENSES - NA RIBEIRA OU NO MUNDO

O encontro de todos os filhos ou rendidos ao Privilégio da Natureza

O Prof. Carlos Martins é uma personagem incontornável das últimas décadas de Esposende. Importa, pois, esmiuçar um pouco da sua história e as estórias que o rodeiam.

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Comentário de MARGARIDA REIS em 4 fevereiro 2010 às 0:11
Eu sei que por vezes ele era um pouco tirano,principalmente naquelas reuniões gerais ao sábado de manhã mas para mim sempre foi um amor,Brincalhão,carinhoso,o meu maior defensor quando a D. Loca me queria castigar.Na Gózinha ( era assim que ele me tratava e até hoje ainda ninguem me explicou porquê ) NÃO! E fui eu que o acompanhei nos últimos tempos de vida.Se não consegui fazer melhor pelo menos dei-lhe carinho e amizade.Até sempre,Sr.Carlos Martins!
Comentário de José Alexandre Areia L Basto em 10 janeiro 2010 às 15:56
Então passamos ao tema seguinte: O Comandante dos Bombeiros.
Há notas a destacar?
Comentário de Luis Lamela e Lili Lamela em 10 janeiro 2010 às 15:54
Zé Alexandre, o problema é que ninguém se lembra porque não há nada para lembrar. Triste, não é?
Comentário de José Alexandre Areia L Basto em 10 janeiro 2010 às 15:49
E outros aspectos da administração do concelho pelo Professor Carlos Martins? Os mais velhos devem lembrar-se de algumas acções.
Comentário de José Alexandre Areia L Basto em 10 janeiro 2010 às 15:47
Caro António Jorge
Comungamos de opinião. No entanto, eu digo é que na época um investimento daqueles, com aquelas características, era considerado uma dádiva divina. A construção em altura, que não existia porque a pobreza imperava, era um sinal de progresso. Ninguém estava preparado para sequer avaliar o impacto. As câmaras não tinham corpos técnicos, etc., etc.
Quero apenas fazer um pequeno desconto na condenação.
Comentário de AntonioJorgeMotaCruz e MªArminda em 10 janeiro 2010 às 1:48
Zé Alexandre, sobre o teu comentário abaixo, se ao menos fossem instalações hoteleiras, seria perdoável, assim mesmo desde que os prédios fossem mais horizontalizados, em harmonia com aquele ambiente. Na verdade, não é preciso ser um entendido para perceber que aquela restinga é singularíssima e precisa ser salva/preservada a qualquer custo.
Por mim, o máximo que poderia ser admitido por ali era algumas instalações hoteleiras; algo como direito de edificar até 10% da área própria disponível ( num gabarito adequado ) com obrigatoriedade de preservar ( e até desenvolver ) o restante da área total da propriedade.
Quem comanda tem o bônus no acêrto ou o ônus quando erra. No caso específico o nosso autarca concordou e incorreu no êrro. Não és o primeiro a dizer que àquele tempo o autarca de plantão, qualquer que fôsse, não teria fôrça para impedir tal coisa. Não o sabemos, porque não foi testado. Abdicasse do poder em protesto e quem sabe o que teria acontecido?. Além do mais só melhoraria sua biografia. Tal não ocorreu; portanto . . . . . . o ônus.
Comentário de José Alexandre Areia L Basto em 10 janeiro 2010 às 0:04
Na fase de presidência da Câmara Municipal pelo Prof. Carlos Martins, eu era miúdo. Não me apercebi de nada!
No entanto, tenho a ideia de que houve duas decisões determinantes para Esposende: o licenciamento das torres de Ofir e a venda do Bar da Praia. Espero estar certo.
Relativamente à primeira, ocorreu na fase de primeiro ataque ao litoral português pela construção civil e turismo de massas. Não havia ainda noção do que poderia vir a dar e, construção era desenvolvimento. Então em altura..! Penso também que não deveria haver muitos autarcas capazes de não aceitar tal "impulso".
Relativamente à segunda nunca concordei com a sua privatização. A iniciativa privada é muito interessante, mas difícil de controlar. Consegue ir bastante mais longe do que aquilo que interessa aos cidadãos.
Para além destes actos, não tenho mais qualquer referência da actividade autárquica do Prof. Carlos Martins. Interessava conhecer mais desta faceta do nosso professor.
Comentário de AntonioJorgeMotaCruz e MªArminda em 5 janeiro 2010 às 1:24
Caro Antonio José Pereira Abertas.
Não te reprimas. Quem toma uma atitude qual a tua, logo aqui abaixo, só pode ser considerado, também, um ilustre cidadão esposendense.
O ilustre professor Carlos Martins foi, efetivamente, uma figura polêmica e sempre será uma referência em nosso concelho. No entanto não há uma visão única quanto à qualidade dos valores que deixou para Esposende. Eu mesmo, como afirmei em meu comentário, não tenho certeza do sentimento que me ficou sobre êle. Mas, de uma coisa estou certo, para bem ou para mal, êle não passou pela vida em vão.
A cada um de nós o direito do livre arbítrio, baseado em nossa própria experiência junto a êle e nas informações que recebemos, já que distantes e ausentes por muitos anos.
Comentário de António José Pereira Abertas em 5 janeiro 2010 às 0:41
Amigos, estudei em Esposende dos 7 aos 10 anos, e quando vi a fotografia do prof. Carlos Martins, o que me veio à mente foram aquelas imagens já descritas por mim.
Não foi a minha intensão denegrir a imagem de um ilustre cidadão esposendense que tanto fez por Esposende e seu povo, na sua vida pública.
Como disse anteriormente, saí de Portugal aos dez anos e nunca mais retornei, nada sei de Esposende e seus "valores". Por isso a minha dificuldade de reconhecer as pessoas que comigo conviveram na minha infância, mas quero resgatar essas lembranças.
Em 2007, navegando pela internet. descubri a Esposende Rádio, e ai começou a minha vontade de retornar e abraçar a cidade que tanto amei, mas principalmente as pessoas que como eu, nasceram na "cidade amada" Esposende.
Um abraço a todos.
António Abertas.
Comentário de Lino António Silva Martins Rei em 4 janeiro 2010 às 12:37
Corroborando as várias perspectivas anteriores e dando o benefício da dúvida ao seu agir - em tempos ditatoriais e formas de agir iguais dos nossos prórios familiares (quem não recorda algumas coças que levávamos deles por "dá cá aquela palha"?), louvo-o mais pelos "frutos" da sua "árvore" que pelas "vergastadas no limoeiro": tornou-nos homens e sabíamos ler, escrever e contar. E agora?
Confesso que, algumas vezes, só pelo medo do homem, devo ter molhado os calçõezitos. Quanto à "Sta. Catarina" também alguma "Consoada" sobrou para mim, mas muita mais para os menos dotados. Eram métodos da altura.
Muito para além das enúmeras peripécias que aqui poderia (re)contar, lembro o aroma da sua cigarreira preta que quando fumava inebriava o salão de estudo, quase como incenso, que talvez atenuasse um pouco a sua forma de ser e estar.
Quanto às comendas, terão sido pelo seu dedicar às causas em que se embrenhou.

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